Ocultação por meio de “Laranjas”
O caso ocorreu na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro. O devedor do caso é sócio de uma transportadora em São Paulo e se suspeitava que estivesse utilizando contas de “laranjas” para ocultar seus bens.
A fim de rastreá-lo, a magistrada expediu ofícios para Netflix, Uber e Ifood com o intuito de encontrar o endereço de cadastro do proprietário do cartão de crédito registrado nessas plataformas.
Também, a magistrada deferiu a suspensão da Carteira de Motorista, bem como o recolhimento de seu passaporte pela Polícia Federal.
Início de uma Nova Realidade?
Acredita-se que tal decisão será um divisor de águas não só para a Justiça do Trabalho, mas também para a Justiça comum, pois possivelmente tal decisão servirá de inspiração para que outros magistrados a usem de precedente para utilização de métodos desses e de outros métodos atípicos.
